05/09 - Domingo 18h

IMmanouche

Ieda Cruz (violão/voz), Marcelo Modesto (violão cigano) e Ernani Teixeira (violino)

“IMmanouche” é um projeto musical de gypsy jazz, também conhecido por jazz manouche, formado pela cantora e compositora Ieda Cruz e pelo violonista, guitarrista e bandolinista Marcelo Modesto. O repertório do IMmanouche é formado por canções próprias ao estilo difundido entre as décadas de 1930 e 40 pelo seu principal representante, Django Reinhardt (1910-1953), guitarrista belga de origem cigana conhecido mundialmente e pai do gypsy jazz. Há também no repertório versões de jazz standards interpretados com sotaque franco-cigano, bem como versões divertidas de conhecidas músicas brasileiras trocadas em “manouchês”, como por exemplo “Trem das Onze”, “Samba de Uma Nota Só”, “Aquarela do Brasil”, entre outras. “IMmanouche” conta com Ieda Cruz no violão de base, na interpretação das canções e nos improvisos vocais; e com Marcelo Modesto na “guitarra manouche”.

Modesto se dedica ao estilo há doze anos, portanto apresenta um vasto vocabulário musical próprio à linguagem do gypsy jazz. “IMmanouche” é um projeto que oferece ao público lindas canções, que vão desde os charmosos clássicos à alegres e dançantes interpretações tocadas ao estilo manouche, ao mesmo tempo em que preza pela qualidade artística e pela característica improvisacional que deve estar presente em qualquer projeto musical, de qualquer vertente do jazz. Para essa noite especial a dupla convida o renomado violinista Ernani Teixeira.

“IMmanouche” é um projeto musical de gypsy jazz, também conhecido por jazz manouche, formado pela cantora e compositora Ieda Cruz e pelo violonista, guitarrista e bandolinista Marcelo Modesto. O repertório do IMmanouche é formado por canções próprias ao estilo difundido entre as décadas de 1930 e 40 pelo seu principal representante, Django Reinhardt (1910-1953), guitarrista belga de origem cigana conhecido mundialmente e pai do gypsy jazz. Há também no repertório versões de jazz standards interpretados com sotaque franco-cigano, bem como versões divertidas de conhecidas músicas brasileiras trocadas em “manouchês”, como por exemplo “Trem das Onze”, “Samba de Uma Nota Só”, “Aquarela do Brasil”, entre outras. “IMmanouche” conta com Ieda Cruz no violão de base, na interpretação das canções e nos improvisos vocais; e com Marcelo Modesto na “guitarra manouche”. Modesto se dedica ao estilo há doze anos, portanto apresenta um vasto vocabulário musical próprio à linguagem do gypsy jazz. “IMmanouche” é um projeto que oferece ao público lindas canções, que vão desde os charmosos clássicos à alegres e dançantes interpretações tocadas ao estilo manouche, ao mesmo tempo em que preza pela qualidade artística e pela característica improvisacional que deve estar presente em qualquer projeto musical, de qualquer vertente do jazz.